Replicação do DNA é o processo de auto-duplicação do material genético mantendo assim o padrão de herança ao longo das gerações.
Duas teorias tentaram explicar a replicação do DNA:
Teoria conservativa: Cada fita do DNA sofre duplicação e as fitas formadas sofrem pareamento resultando num novo DNA dupla fita, sem a participação das fitas "parentais" (fita nova com fita nova formam uma dupla hélice e fita velha com fita velha formam a outra dupla fita).
Teoria semi-conservativa: Cada fita do DNA é duplicada formando uma fita híbrida, isto é, a fita velha pareia com a fita nova formando um novo DNA; de uma molécula de DNA formam-se duas outras iguais a ela. Cada DNA recém formado possui uma das cadeias da molécula mãe, por isso o nome semi-conservativa.
A molécula do DNA vai-se abrindo ao meio, por ação de uma enzima chamada DNA polimerase. Essa enzima quebra as ligações de pontes de hidrogênio existentes entre as duas bases nitrogenadas das cadeias complementares de nucleotídeos. Ao mesmo tempo que o DNA polimerase vai abrindo a molécula de DNA, outra enzima chamada DNA ligase vai ligando um grupo de nucleotídeos que se pareiam com os nucleotídeos da molécula mãe. Além da capacidade de duplicação o DNA também é responsável pela síntese de outro ácido nucleico muito importante para a célula: o ácido ribonucleico ou RNA. Da mesma forma que o DNA, o RNA também é uma molécula grande formada por várias partes menores chamadas nucleotídeos. Por isso diz-se que tanto DNA como RNA são polinucleotídeos.
Por: Liliane Emilia
segunda-feira, 10 de março de 2014
sábado, 8 de março de 2014
RNA e DNA: qual é a diferença?
É da associação dos diferentes nucleotídeos que se formam as macromoléculas dos dois tipos de ácidos nucleicos: o ácido ribonucleico (RNA) e o ácido desoxirribonucleico (DNA). Eles foram assim chamados em função dos açúcar presente em suas moléculas: O RNA contém o açúcar ribose e o DNA contém o açúcar desoxirribose.
Outra diferença importante entre as moléculas de DNA e a de RNA diz respeito às bases nitrogenadas: no DNA, as bases são citosina, guanina, adenina e timina; no RNA, no lugar da timina, encontra-se a uracila. A importância e o funcionamento dos ácidos nucleicos.
Liliane Emilia
sábado, 1 de março de 2014
CURIOSIDADES RNA
Componente de RNA é encontrado junto de estrelas jovens
Essa descoberta indica que os ingredientes básicos da vida, existem no espaço e não são exclusivos na terra. Os cientistas europeus descobriram ao encontrarem glicolaldeído (um açúcar que entra na composição do RNA) o açucar foi encontrado em uma região do espaço de intensa formação de estrelas, em uma distância de 26mil anos- luz do sistema solar. A descoberta foi detectada por um radiotelescópio do Instituto de Radioastronomia Miilimerica (IRAM) na França.
Sendo fundamental para a vida, essa descoberta aponta que possa existir moléculas de RNA em grande quantidade nas regiões onde planetas e estrelas estão se formando.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
RNA e DNA
O RNA foi provavelmente o primeiro tipo de ácido nucleico a surgir na natureza. Sua estrutura mais simples, a diversidade de tipos, a capacidade de auto-replicação, a ação catalítica encontrada em certos RNA aponta para a condição de molécula hereditária primordial. O DNA foi na verdade uma cria do RNA de algumas células primitivas que ganharam com isso maior estabilidade e durabilidade do seu material em dupla hélice. Com essa nova invenção das células era possível aumentar consideravelmente o tamanho dos ácidos nucleicos e assim, estocar mais informações e a partir daí desencadear a síntese de um maior arsenal de proteínas que tornou o metabolismo celular mais complexo, diversificado e consequente eficiência no seu funcionamento.
Embora a ordem de surgimento das moléculas informacionais tenha sido: RNA ⇒ DNA ⇒ PROTEÍNA, sabemos que as células modernas transferem a informação biológica da forma: DNA ⇒ RNA ⇒PROTEÍNAS. Essa seqüência de eventos é considerada o DOGMA CENTRAL DA BIOLOGIA MOLECULAR.
Liliane Emilia
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Nucleotídios
Os ácidos nucléicos são moléculas gigantes (macromoléculas), formadas por unidades monoméricas menores conhecidas como nucleotídios. Cada nucleotídeo, por sua vez, é formado por três partes:
1. Uma base nitrogenada, que pode ser uma purina (adenina ou guanina) ou uma pirimidina (citosina, timina ou uracila).
2. Uma pentose, um glicídio, que pode ser a ribose ou a desoxirribose, dependendo do ácido nucleico que o nucleotídeo irá compor.
3. Um grupo fosfato, uma molécula de ácido fosfórico (H3PO4) ligada à pentose.
- Uma curiosidade: apesar de não fazer parte dos nucleotídeos que compõem os ácidos nucleicos, a cafeína, uma das drogas preferidas dos trabalhadores humanos é uma base nitrogenada do tipo purina, que atua como estimulante do sistema nervoso central.
Por: Sarah Iryá
O que são ácidos nucléicos?
Os ácidos nucléicos são macromoléculas compostas por monômeros denominados nucleotídeos descoberto por Johan Friedrich Miescher em 1869. De um ponto de vista bioquímico, os ácidos nucléicos têm a importante função de armazenar a informação gênica de uma célula e também é capaz de formar estruturas intracelulares. O ácido desoxirribonucléico (DNA) e ácido ribonucléico (RNA) são os principais ácidos nucléicos encontrados na terra.
Por: Sarah Iryá
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